Uma mensagem diferente por dia

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Voluntariado

Respeitar uma ajuda

Ajudar pode se tornar um ato egoísta?
Calma, não falo em egoísmo como uma característica tão pejorativa quanto parece. Falo em esquecer, mesmo que um pouquinho de olhar pro lado, de olhar pro outro. Olhar somente pra si e para quem se quer ajudar, pode sim se tornar um ato egoísta.

Limites foram feitos não somente para coibir, mas também para organizar.

Pense no seguinte exemplo:
Se você for voluntário em uma creche, e se o seu trabalho for ajudar na limpeza, ajudar a varrer o chão por exemplo. É algo louvável e não é para qualquer um.
Este trabalho, ou seja, ajudar a tornar a creche mais limpa e perfumada para dezenas de crianças pode te entusiasmar tanto a ponto de você querer não somente limpar mas também consertar partes do teto quebrado e até trocá-lo. Considerando que você sabe fazer isso, tem as ferramentas e pode conseguir o material, por que não simplesmente se antecipar e trabalhar? Seria uma ajuda ainda maior.

Sim, talvez... Desde que se respeitem os limites.

Você é voluntário num determinado trabalho em que é bom.
Mas pare para pensar. Talvez outra pessoa seja encarregada de conseguir o material, outra pessoa seja voluntária para fazer reformas no teto, talvez a creche precise de coisas mais importantes no momento ou talvez esse trabalho não possa ser feito com crianças entrando e saindo do local onde estariam ferramentas perigosas e materiais tóxicos para elas.

A sua vontade de ajudar cada vez mais é algo admirável, mas é preciso cuidado e atenção para ver até onde é possível seguir.
Falar com uma pessoa que saiba mais da realidade da situação pode ser importante quando se quer ser solidário. No nosso exemplo, a pessoa que administra a creche, ou a pessoa que lhe chamou para ser voluntário certamente teria mais informações. Há hierarquia na ajuda. Não podemos fazer o que quisermos, mesmo sob excelentes intenções.

Quando abrimos nosso olhar e conseguimos ver além de nós e além da nossa ajuda, o que vemos são pessoas... São outras pessoas.
Quando olhamos um pouco mais para os lados, mais adiante, vemos pessoas que também estão dispostas a ajudar.
Permitir que elas façam seu trabalho, que elas contribuam, é também uma forma de ajudá-las. Não ultrapassar os limites do que devemos fazer e das atribuições dessas outras pessoas é algo que podemos chamar de respeito.

Pense nisso!
Por: Anna Carolina Basseto
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sábado, 11 de setembro de 2010

NOSSO LAR - 1 MILHÃO DE EXPECTADORES NA 1ª SEMANA

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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Estréia Nosso Lar

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Suicídio


O suicida

Pode-se ler na questão 957 de O Livro dos Espíritos: “Quais são, em geral, as conseqüências do suicídio para o estado do Espírito?”
“As conseqüências do suicídio são muito diversas; não há penas fixadas, e em todos os casos são sempre relativas às causas que a ele conduziram; mas uma conseqüência à qual o suicida não pode escapar, é o desapontamento. De resto, a sorte não é a mesma para todos: depende das circunstâncias; alguns expiam sua falta imediatamente, outros em uma nova existência que será pior que aquela da qual interromperam o curso.”
A observação mostra, com efeito, que a situação dos suicidas não é sempre a mesma; mas há as que são comuns a todos os casos de morte violenta, e que são conseqüência da interrupção brusca da vida. Isso porque, antes de tudo, existe a persistência mais prolongada e mais tenaz do laço que une o Espírito ao corpo, laço esse que está quase sempre com toda sua força no momento em que foi quebrado, enquanto que na morte natural ele se enfraquece gradualmente, e freqüentemente é desatado antes que a vida seja completamente extinta. As conseqüências desse estado de coisas são o prolongamento da perturbação espiritual seguido depois da ilusão que, durante um tempo mais ou menos longo, faz crer ao Espírito que ele ainda está entre o número dos vivos.
A afinidade que persiste entre o Espírito e o corpo produz, em alguns suicidas, uma espécie de repercussão do estado do corpo sobre o Espírito que assim se ressente, malgrado os efeitos da decomposição, e passa por uma plena sensação de angústia e de horror, estado esse que pode persistir por um longo tempo e ter a duração do restante da vida que eles acabaram de interromper. Esse efeito não é geral; mas em alguns casos de suicídio o Espírito não é libertado das conseqüências de sua falta de coragem, e cedo ou tarde expia seu erro de uma maneira ou de outra. É assim que certos Espíritos, que tinham sido muito infelizes sobre a terra, disseram ter sido suicida em sua existência precedente, e terem sido voluntariamente submetidos a novas provas para tentar suportá-las com mais resignação. Entre alguns é uma espécie de apego à matéria do qual procuram em vão se desembaraçar para se elevar para mundos melhores, mas cujo acesso lhes está interditado; entre a maior parte está o pesar de haver feito uma coisa inútil, pois disso provaram apenas a decepção.
A religião, a moral e todas as filosofias condenam o suicídio como contrário à lei da natureza; todos nos dizem em princípio que não se tem o direito de voluntariamente abreviar sua própria vida. Mas por que não se tem esse direito? Por que não se é livre de dar um termo a seus sofrimentos? Estava reservado ao Espiritismo demonstrar, pelo exemplo daqueles que sucumbiram que esse ato não seria somente uma falta, uma infração a uma lei moral, consideração de pouco peso para certos indivíduos, mas sim um ato estúpido, já que nada se ganha, longe disso, muito mais se perde; isso não é a teoria que nos ensina, são os fatos que são colocados sob os nossos olhos.

Vale anotar:

·   As vicissitudes da vida têm uma causa justa, que pode estar seja na vida presente, seja nas existências passadas.

Para saber mais:

»  O Livro dos Espíritos Allan Kardec (2ª parte, cap. VI, Escolha das provas)
»  O Evangelho Segundo o Espiritismo Allan Kardec (cap. V, Bem-aventurados os aflitos)
»  O Suicida de Roger Perez (fascículo)
»  O Livro dos Espíritos Allan Kardec (4ª parte, cap. I, suicida)
»  O Céu e o Inferno Allan Kardec (2ª parte, cap. V, Suicidas)

Extraído do Curso de Espiritismo
Centre Spirite Lyonnais Allan Kardec
23 Rue Jeanne Collay
69500 BRON

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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Uma Lição

             A cada dia que passa, mais nos surpreendemos com a atitude do médium Chico Xavier.
             Em uma época de tantos questionamentos, de distanciamentos da religião, encontramos em Chico mais uma lição de vida.
             A sua recente ida à Catedral Metropolitana de Uberaba, para assistir a um casamento, mostra-nos que, de fato, ele não tem nenhum preconceito religioso. Com dificuldades físicas, ele não hesitou em prestigiar a sobrinha de Neusa Arantes, companheira espírita que o acompanhou por longo tempo, quando encarnada. O Padre Paulo deve ter ficado emocionado com tal oportunidade de entrar em contato com o maior médium de que temos notícia na História do Espiritismo.
             Em recente entrevista, o Padre Marcelo, de São Paulo, que tem sacudido a Igreja, no Brasil,através de sua performance inovadora de evangelização atravéz da música, expressão corporal e diálogos diretos com a juventude, foi questionado sobre o que pensava quanto aos espíritas. Respondeu que, apesar de os católicos acreditarem na ressurreição e não na reencarnação, apesar dessa divergência, os espíritas têm diálogo, ao passo que percebe que o mesmo não acontece com adeptos de outros crédos.
            Esse diálogo sempre foi vivenciado por Chico Xavier, que tem amigos em todas as religiões.
            E na verdade, o Padre Sebastião Scarzelli foi aquele protetor que o auxiliou a ele, ainda menino, a equilibrar-se com seus dons mediúnicos, conseguindo-lhe, inclusive, o primeiro emprego e dando-lhe o primeiro par de botinas.
            Na nossa pouca compreensão, recolhemos mais este exemplo de Chico, que respeita os demais credos e seus adeptos.

Parcial do Livro : Chico Xavier - O Médium do Século
                    De: Márcia Q. Silva Bacelli.
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A mesa e o pão

Kardec explicou o problema da mesa nas sessões espíritas com a sua habitual naturalidade: é o móvel mais cômodo para sentarmos ao seu redor. Afastava assim qualquer resquício de misticismo e magia, de rito e sacramento no ato mediúnico. Não obstante, há quem considere esse ato puramente místico e mágico, lembrando a evocação e a prece. Não nos sentamos em torno da mesa apenas para conversar ou escrever, mas também para nos alimentarmos. A alimentação que tomamos na mesa espírita não é material, mas espiritual. A evocação não é um rito, mas um convite. Antes de sentar à mesa os convites já foram feitos, pois basta pensarmos num espírito para o evocarmos. Ele atende ou não ao nosso convite, pois é livre e não está submetido a nenhum poder humano. Mas o pão que pomos sobre a mesa é o pão espiritual da prece, que será partido e servido na hora da doutrinação.

Extraido do livro : Mediunidade de J. Herculano Pires
                              Parcial do capítulo VII
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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Filme Nosso Lar

Sendo considerado uma das melhores obras cinematográficas do Brasil, só poderia ser uma das melhores obras espíritas de Chico Xavier. Assista o making off clicando no link abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=YGHsbuQu24E
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